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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2006

Política a sério - Uma cultura da morte

EIS A QUESTÃO

Artigo de J. A. Saraiva no Semanário SOL. Edição nº 5, de 14 de Outubro de 06.

 A atracção pela morte é um dos sinais da decadência. Portugal deveria estar, neste momento., a discutir o quê?

Seguramente, o modo de combater o envelhecimento da população.

Um país velho é um país mais doente.

Um país mais pessimista.

Um país menos alegre.

Um país menos produtivo.

Um país menos viável – porque aquilo que paga as pensões dos idosos são os impostos dos que trabalham.

Era esta, portanto, uma das questões que Portugal deveria estar a debater.

E a tentar resolver.

Como?

Obviamente, promovendo os nascimentos.

Facilitando a vida às mães solteiras e às mães separadas.

Incentivando as empresas a apoiar as empregadas com filhos, concedendo facilidades e criando infantários.

Estabelecendo condições especiais para as famílias numerosas.

Difundindo a ideia de que o país precisa de crianças – e que as crianças são uma fonte de alegria, energia e optimismo.

Um sinal de saúde.

 Em lugar disto, porém, discute-se o aborto.

Discutem-se os casamentos de homossexuais (por natureza estéreis).

Debate-se a eutanásia.

Promove-se uma cultura da morte.

 Dir-se-ia, no aborto, que está apenas em causa a rejeição dos julgamentos e das condenações de mulheres pela prática de aborto – e a possibilidade de as que querem abortar o poderem fazer em boas condições, em clínicas do Estado.

Só por hipocrisia se pode colocar a questão assim.

Todos já perceberam que o que está em causa é uma campanha

O que está em curso é uma desculpabilização do aborto, para não dizer uma promoção do aborto.

Tal como há uma parada do “orgulho gay”, os militantes pró aborto defendem o orgulho em abortar.

Quem já não viu mulheres triunfalmente de t-shirt com uma frase “Eu  abortei?

 

Ora, dêem-se as voltas que se derem, toda a gente concorda numa coisa: o aborto, mesmo praticado em clínicas de luxo, é uma coisa má.

Que deixa traumas para toda a vida.

E que, sendo assim, deve ser evitado a todo o custo.

A posição do Estado não pode ser, pois, a de desculpabilizar e facilitar o aborto – tem de ser a oposta.

Não pode ser a de transmitir a ideia de que um aborto é uma coisa sem importância, que se pode fazer quase sem pensar – tem de ser a oposta.

O estado não deve passar à sociedade a ideia de que se pode abortar à vontade, porque é mais fácil, mais cómodo e deixou de ser crime.

Levada pela ilusão de que a vulgarização do aborto é um futuro, e que a sua defesa corresponde a uma posição de esquerda, muita gente encara o tema com ligeireza e deixa-se ir na corrente.

Mas eu pergunto: será que a esquerda quer ficar associada a uma cultura de morte?

Será que a esquerda, ao defender o aborto, a adopção por homossexuais, a liberalização das drogas, a eutanásia, quer ficar ligada ao lado obscuro da vida?

No ponto em que o mundo ocidental e o país se encontram, com  a população a envelhecer de ano para ano e o pessimismo a ganhar terreno, não seria mais normal que a esquerda se batesse pela vida, pelo apoio aos nascimentos e às mulheres sozinhas com filhos, pelo rejuvenescimento da sociedade, pelo optimismo, pela crença no futuro?

Não seria mais normal que a esquerda, em lugar de ajudar as mulheres e os casais que querem abortar, incentivasse aqueles que têm a coragem de decidir ter filhos.

 

sinto-me: refletiva
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publicado por _estrelinha_ às 14:22
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10 comentários:
De pestinha_girl a 20 de Outubro de 2006 às 19:28
Eu sou contra o aborto em caso voluntário só em caso de a criança ser defeciente ou em caso de violaçao em casos extremos fora o resto sou contra o aborto e o governo tb o deveria de ser pois estao a fechar urgencias de hospitais k sao precisos e vao fazer abortos? ha crise para tudo temos k pagar para estar internados num hospital e vao fazer abortos? n concordo com isto...
De Jofre Alves a 21 de Outubro de 2006 às 20:29
Bom de fim-de-semana, enquanto lá fora o vento sopra e a chuva cai, aqui a beleza impera, neste interessante blogue. Tema actual
De touaqui a 21 de Outubro de 2006 às 20:30
Vamos lá a ver uma coisa , não é o aborto em si que está em causa, a pergunta está mal feita e o PS aproveita-se disso para levar a sua avante.
O abortar não é coisa de outro mundo, áh que anos as mulheres abortam mas se dizem que a lei é contra e se as mulheres correm o risco de ir presa porque motivo o ESTADO não tenta sim fazer uma lei que despenalize a mesma.
Mas o caso é que o interesse no assunto já leva a que clinicas estrangeiras estejam de olho no negócio do aborto, ao que parece o aborto é um negócio para se levar a sério, não sera o caso de se abortar de qualquer maneira, isso nem seria leal no caso, mas a nossa SAUDE em vez de olhar de frente para o assunto fez vista grossa e ainda diz que quer 5 euros por dia por internamento o que me leva a crer que existe deslealdadeda parte do GOVERNO.
Quem não quer ter filhos faça o truca truca com perservativos ou outros contraceptivos mas na altura quem pensa nisso.
De commonsense a 22 de Outubro de 2006 às 12:44
O aborto é uma coisa má. Ninguém diz o contrário. Há casos em que será talvem um mal menor: perigo de vida da mãe, malformações do feto, violação... Mas tudo isto já está na lei. O que é que se quer agora? Duas coisas: um governo que está a governar á direita e quer redimir-se à esquerda; e um negócio gigantesco que quer nascer. Tudo isto não merece respeito. Mas a maior hipocrisia é que continuem a chorar lágrimas de crocodilo pelas baleias, pelas focas bébés, pelas cegonhas, pelo lince da malcata, pelo lobo ibérico, etc. e queiram matar os seus próprio filhos. É aqui que está o conflito de culturas: entre a cultura da vida, a cultura da morte, a cultura do dinheiro e a cultura da hipocrisia.
De touaqui a 22 de Outubro de 2006 às 18:17
Commonsense naturalmente a hipócrisia humana deixa muito a desejar.
Reclama-se pela morte e no acabamento de raças de animais , mas veem alguns com a hipócrisia de virem a lume dizer que o direito do aborto é desejável, é um negócio isso ninguém tenha dúvidas nenhuma ao ponto que diversas entidades estrangeiras estarem interessadas em montar clinicas para o efeito.
O aborto em si nada teria que recriminar a não ser os aproveitamentos que se faz do mesmo assunto.
Continuo a dizer que a pergunta está mal formaiizáda e a actual está aos interesses de várias camadas do quero posso e mando.
Uma hipócrisia camufláda.
De Barão da Tróia a 23 de Outubro de 2006 às 20:29
Nesta história toda, o pior é a hipocrisia, façam a porcaria de lei que quiserem, os abortos vão continuar sempre se não cá noutro lado. Podiamos dar uma lição de civilidade ao mundo infelizmente somos um país de beatos da tanga, que se lixe. Gostei do teu post,apesar de discordar dele em muita coisa. Boa semana.
De js a 24 de Outubro de 2006 às 09:18
Não caberia na cabeça de ninguém colocar em referendo uma lei estúpida que mandasse para a cadeia quem passasse por uma localidade com 50 mil habitantes, mesmo que seja uma cidade em que todos os portugueses lá pudessem vir a passar mais tarde ou mais cedo, por crer ou sem crer. Logicamente, porque a maioria dos eleitores teria enorme dificuldade em perceber a realidade local, ficando desse modo vulnerável à opinião de terceiros, o que afectaria o seu sentido de voto ou o mais provável, poderia mesmo levá-lo a não votar.

A solução referendo é francamente um erro, pois este é um tema que diz directamente respeito a uma franja muito pequena da população, alguma dela nem sequer tem idade para votar e como se pode ver pelo que escrevi no primeiro parágrafo, há uma enorme probalidade de a abstenção ser superior a 50% para além do facto da maioria dos eleitores ir votar baseado nas suas convicções políticas e/ou religiosas e não segundo uma reflexão séria sobre o tema...
FORÇ'AÍ!
js de http://politicatsf.blogs.sapo.pt
De Intemporal a 24 de Outubro de 2006 às 13:16
As crianças são a fonte de alegria, energia e optimismo:Quando crescem em ambientes "saudáveis". Não sou a favor do aborto mas, considero-o um mal menor, quando a mãe não reune as condições minimas para proporcionar estabelidade emocional ao seu filho.
Não MATEM, ensinem a impedir que sejam gerados!
Um beijinho
De Jofre de Lima Monteiro Alves a 27 de Outubro de 2006 às 20:26
A blogosfera é um mundo que partilhamos com objectivos marcados e sólidos, e que nos entra pela casa dentro.Neste blogue entro para a sala como convidado bem recebido e assisto, satisfeito e prazenteiro ao quanto de bom e belo se faz, sobretudo aqui, onde tudo é agradável. Ao despedi-me satisfeito desejo bom fim-de-semana.

De [ Hora De Ponta ] a 28 de Outubro de 2006 às 21:14
Olá!!Vimos por este meio agradecer o comentário que deixaste no post do Lip, elemento do Hora de Ponta, cujo saõ ao todo CINCO ELEMENTOS!!!Fica bem, e aparece mais vezes no Hora de Ponta!!!bjhs

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